Manaus - Representantes de PSDB, DEM e PPS no Amazonas, anunciaram nesta sexta-feira a estratégia de campanha do candidato a presidência da República José Serra (PSDB) no Estado. Em entrevista coletiva que contou com a presença do senador Arthur Virgílio Neto e do presidente estadual do PSDB Mario Barros, do presidente do DEM e deputado federal eleito nas últimas eleições, Pauderney Avelino e do presidente estadual do PPS Guto Rodrigues e do deputado estadual reeleito Luiz Castro, a vinda do candidato a Manaus foi confirmada, mas ainda não há uma data definida.
Arthur Virgílio Neto reafirmou a confiança na eleição de Serra e em uma boa votação para o candidato no Estado, onde no primeiro turno teve pouco mais de 8% dos votos. Segundo Arthur, pesquisas internas feitas pelo partido apontam um crescimento na intenção de voto em várias capitais brasileiras, inclusive Manaus. “Não podemos entrar de salto alto, mas estamos otimistas em uma virada em Manaus. A população brasileira está mostrando que não aceita candidato preposto e aqui o pensamento não poderia ser diferente”.
O senador também falou sobre a grande rejeição por parte dos amazonenses em relação a José Serra. Para ele o candidato foi vítima de calúnias que o colocaram como inimigo da Zona Franca de Manaus. “Essa é uma questão superada, o Serra não é inimigo do Amazonas e eu jamais iria apoiar alguém que ameaçasse os interesses do meu Estado”, declarou.
Diferente do primeiro turno, quando poucas manifestações em favor do candidato foram realizadas no Amazonas, já estão sendo feitas em vários bairros da cidade caminhada com o intuito de divulgar os programas de campanha do candidato tucano. Eventos como panfletagem, bandeiraços também vão fazer parte do plano de campanha definido pelos três partidos que apoiam a candidatura de Serra no Amazonas. Avelino disse também que ações serão feitas no interior especialmente no interior.
O presidente do DEM reafirmou o compromisso Serra em solucionar problemas no Estado como o fornecimento de Energia Elétrica e Água, Logística para distribuição dos produtos da Zona Franca de Manaus, e a construção de portos públicos e de uma ligação por terra para o restante do país.
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